No PalaOlimpia

Verona: parte VII

*relato longo*

Há exatamente um ano atrás, eu colocava o pé no PalaOlimpia, o ginásio da minha amada Marmi Lanza Verona. Vou relatar aqui o treinamento e a partida, que aconteceram em dias diferentes – o treinamento foi na sexta, 29, e a partida domingo, 31.

Para conseguir ver o treinamento, eu matei aula (rs). Acho que foi a viagem mais longa que fiz dentro da Itália. Foram quase quatro horas de viagem, pois fiz uma baldiação em Bologna e de lá até Verona, viajei de trem de baixa velocidade.

Quando cheguei a Verona, a primeira coisa que fiz foi comprar um mapa da cidade (tamanho era o medo de eu me perder e porque eu não sabia como chegar no albergue). Fui pedir informação de qual ônibus tomar para chegar ao PalaOlimpia e todos os motoristas me olhavam com cara de c*! rs

Sério! Ninguém sabia o que era PalaOlimpia. Então, comecei a falar outros nomes que remetiam ao lugar: Via dello Sport (a rua em si), palazzetto dello sport etc. – até que uma alma iluminada me indicou o ônibus certo (o que vai em direção ao estádio do Hellas Veronas – o PalaOlimpia fica atrás dele).

Chegando lá, o próximo desafio era comprar o ingresso para a partida. Tive que subir até o escritório da Marmi, onde fui atendida pelo simpático Giorgio De Veis, empresário do time. Primeiro, ele pediu para eu recuperar o fôlego (estava com sacolas e cobertor na mão, rs), depois me mostrou todos os assentos disponíveis.

Ingresso comprado (peguei cadeira numerada, paguei 16 euros e fui a segunda a comprar um ingresso, rs), perguntei se poderia ver o treino. Ele disse: “claro!”.

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Arena di Verona

Verona: parte VI

Então chegamos ao meu ponto turístico preferido de Verona: a Arena (que mané casa de Julieta… rs).

A Arena nada mais é do que um anfiteatro romano e é uma das grandes representantes do estilo romano. Ao lado do casal de Shakespeare, Romeu e Julieta, é um dos grandes símbolos da cidade de Verona.

Por causa da falta de dados escritos, é difícil saber qual a época em que o anfiteatro veronês foi construído. Acredita-se que por volta do século I e III. Devido à semelhança com a Arena de Pula, na Croácia, que foi construída entre 2 a.C. e 14 a.C., é muito provável que a de Verona tenha sido construída na mesma época (e mais, muitos acreditam que foi o mesmo arquiteto).

Preciso dizer que entrar na Arena foi magnífico. Eu gosto muito de observar a arquitetura e sou mais ligada a isso que obras de arte em si. Não me lembro quanto custava para entrar, já que tinha comprado o Verona Card – o que também me poupou da fila! rs

Meu sonho mesmo é ver uma das apresentações que acontecem todos os anos na Arena durante o verão (meses de junho, julho e agosto). Já vi fotos e deve ser magnífico poder ver qualquer coisa naquele lugar à noite…

Agora vamos a uma lenda sobre a origem da Arena:

Durante o período Medieval, dizia-se que um homem veronês, acusado de um crime pelo qual foi condenado a morte, ao ter sua vida poupada prometeu aos chefes da cidade que construiria em uma noite apenas um edifício no qual poderiam fazer espetáculos: para cumprir a promessa, vendeu a alma ao diabo, que se empenhou em realizar o trabalho nas horas entre a Ave-Maria da noite e aquela da manhã. Durante a noite, todos os demônios do inferno se reuniram em Verona para fazer a grande obra, mas, de manhã, na primeira nota da Ave-Maria, voltaram todos para debaixo da terra, deixando a construção incompleta, apesar de quase pronta – essa seria a origem da Asa (ala).

A asa da Arena

Eu hei de voltar nesse lugar. E, ainda por cima, verei uma apresentação lá! ;)

Nelle piazze di Verona

Verona: parte V

Fazia um tempo que não comentava da viagem, não é mesmo? Bom, vamos falar um pouco sobre algumas praças que eu visitei em Verona. Dentre elas, a minha preferida (talvez, em grande parte por causa do Lasko) de toda a viagem.

Piazza dei Signori

Encontrei essa por um acaso, enquanto tentava chegar na Piazza delle Erbe. Eu, sinceramente, não prestei muita atenção. Tirei algumas fotos e reparei na estátua que fica bem no centro dela. É uma estátua de Dante Alighieri.

Nessa praça, são vendidas várias coisas: desde queijo até formas de silicone para cupcakes! rs

Pesquisando, essa praça também é conhecida como Piazza di Dante (por causa da estátua, obviamente). Há mais ou menos um ano, essa praça é ponto de encontro de estudantes da universidade de Verona às quartas – que se socializam entre guitarras, danças flamencas e até mesmo, olha só: capoeira!

A praça é cercada de prédios históricos, claro. Dentre eles, é possível ver uma famosa torre. A Torre dei Lamberti:

Piazza delle Erbe

A praça mais antiga da cidade de Verona que surgiu sobre a área do fórum romano. Durante a época romana, era o centro da vida política e econômica. Conforme os anos passaram, os prédios romanos deram lugar aos prédios medievais.

O monumento mais antigo da praça é exatamente essa fonte, praticamente no meio dela, chamada “Madonna Verona”. É uma estátua romana de 380.

Como o nome sugere, deveriam ser vendidas “ervas” nessa praça, porém, é possível encontrar de tudo por lá também: desde comida até lembrancinhas como camisetas, bolsas e outros penduricalhos, besteirinhas.

Sem contar que a praça fica a literalmente poucos passos da Casa da Julieta, então, imaginem o movimento dela.

Uma vista interessante é da mesma torre mencionada acima, a Torrei dei Lamberti:

Estão vendo aquele negócio aquele negócio que parece uma “casinha”? Então, é a Tribuna. Datada do século XIII, era usada para várias cerimônias, em especial, eram realizados os juramentos dos servidores públicos da época. Interessante, né? Pois é, eu ignorei esse fato e passei reto pela Tribuna, rsrs.

Piazza Bra

A minha favorita dentre toda a viagem. Como mencionei, provavelmente o fator “Lasko” pese muito nessa minha escolha porque essa é a praça preferida dele, mas como não se encantar…

A praça é fantástica porque além de você ver dela a muralha de Verona e restaurantes fofos ao seu redor, você tem a Arena de Verona bem na frente dela!

O nome vem de um dialeto, “braida”, que significa “largo”. O legal também é que por toda sua extensão, não se pode andar de carro, então você pode andar todo alegre e saltitante sem medo de ser atropelado por algum italiano maluco, rs.

Além da Arena, a Piazza Bra também tem a sua volta prédios importantes como o Palazzo Barbieri e a Gran Guardia. Além disso, é possível ter acesso ao Museo Lapidario M. e também a uma das ruas mais chique de Verona, que eu sinceramente, esqueci o nome, rsrs. Andei por ela no meu terceiro dia e ela já começa com uma loja da Louis Vuitton, rs.

Eu a acho linda, linda, linda. Minha vontade era sentar em um dos seus banquinhos, no meio daquelas árvores, de frente a fonte e ficar pensando na vida… (mas o tempo era curto e não deixou).

Passei por essas praças no sábado, mas fiz questão de voltar na Bra só para almoçar :)

Os cartões de desconto

A dica de ouro, sempre que se vai viajar, é procurar pelos cartões de desconto. Na Itália, não poderia ser diferente. Nas suas principais cidades, é possível encontrar um e essa é uma dica que eu considero de ouro, pois você economiza horrores! rs

Roma Pass

Kit Roma Pass

O Roma Pass custa €25, o que pode parecer custoso, mas não é. Quando você o adquire, ele vale por três dias a contar a partir do momento que você o usa pela primeira vez. O cartão é nominal, por isso, é importante sempre ter um documento com você porque “vai que…” rs.

Você tem entrada gratuita nos dois primeiros museus ou sítios arqueológicos que visitar, e depois, desconto em todos os outros museus que visitar. Além disso, você pode andar de graça pela cidade inteira. Sim! Você não paga por nenhum tipo de transporte público: ônibus, metrô etc…

Além disso, o Roma Pass vem com um mapa da cidade e um guia com todos os museus que participam do desconto. Você também tem desconto em outras amostras, eventos e serviços, basta consultar o Roma News (que vem dentro do kit).

PORÉM, vale lembrar que o Vaticano é outra cidade, portanto, o Roma Pass não dá acesso e nem desconto no Museu do Vaticano!

Mais informações: www.romapass.it

Verona Card

VeronaCard

O VeronaCard foi um achado! E dei muita sorte porque nem sabia, mas no 1º lugar que visitei (o Teatro Romano), a senhora já me ofereceu (uma brasileira que estava em Verona, não teve a mesma sorte).

Quando eu fui, tinham duas opções: a de €10, válida por um dia e a de €15, válida por dois. Hoje, parece que mudou e existe a de €15 (dois dias) e €20 (cinco dias).

A senhora que me vendeu disse que eu podia pegar um ônibus de graça, mas pelo que eu entendi, o VeronaCard oferece transporte de graça em qualquer meio da ATV (que é a linha de ônibus deles).

O VeronaCard oferece entrada gratuita em vários lugares, por exemplo:

  • Arena
  • Torre dei Lamberti
  • Casa di Giulietta
  • Teatro Romano e Museo Archeologico
  • Museo di Castelvecchio
  • Complesso del Duomo

… e muitos outros. Além disso, também há descontos em algumas exibições, amostras, dependendo do mês (vem no informativo que recebe quando adquire o cartão). Além disso, também vem acompanhado de um mapa do centro histórico.

Mais informações: www.veronacard.it

Le Cinque Terre Card

Le Cinque Terre Card

Existem dois tipos de cartões para Cinque Terre: o “normal” e o “treno”. Eu aconselho comprar o “5 Terre Treno” porque ele dá acesso a tudo que o normal dá + acesso ilimitado aos trens que ligam as cinco cidades.

Os preços variam conforme o número de dias, no meu caso, comprei um igual esse acima, valido por um dia e custou €8. O cartão vale a partir do momento que você valida o cartão antes de entrar no trem – ele é valido pelas 24 horas seguintes.

Além dos trens, você tem acesso aos percursos de pedestre e áreas do parque; uso dos transportes sustentáveis do parque (como os ônibus que te levam da estação de trem até as cidades); aos centros de observações e museus; e aos elevadores de Manarola, Riomaggiore e Vernazza.

Também vem acompanhado de um mapa.

Mais informações: www.cinqueterre.com

Agora os cartões que eu não comprei, mas fica a dica.

Firenze Card

Firenze Card

Eu achei o Firenze Card caro: €50! Ui!

Ele é válido por 72 horas e dá acesso gratuito a 33 museus de Florença. O cartão pode ser usado somente uma vez em cada museu. Você também tem acesso livre aos meios de transporte público, basta passar a parte magnética do cartão no leitor.

Da mesma forma que o Roma Pass, este cartão é ativado no primeiro uso (seja em museu ou transporte). O cartão também é nominal.

Eu, sinceramente acho que não compensa porque (1) é possível fazer tudo a pé, sem precisar de transporte público e (2) pelo simples fato de que ele não inclui um dos museus principais de Florença: Palazzo Pitti e o Giardino di Boboli! E a entrada de cada um custa entre €10-15! Ou seja, você terá que desembolsar na realidade uns €70…

Correção: compensa, sim. Agora, eles incluiram o Palazzo Pitti e o Giardino di Boboli (além de outros lugares). Então, se joguem no Firenze Card com emoção! rs

Mais informações: www.firenzecard.it

Venice Card

Venice Card

O Venice Card custa €29,90 para pessoas de 6 a 29 anos e €39,90 para pessoas com mais de 30 anos, e é válido por 7 dias seguidos, a contar do primeiro uso.

Ele oferece entrada gratuita ao Palácio de Doge e outros 10 museus cívicos da cidade, 16 igrejas, além de descontos em outros museus e exibições. Além disso,  o cartão é afiliado a muitas lojas e te oferece entrada gratuita a dois toilets (sim, lá fora tem que pagar para usar o banheiro). Também é acompanhado de um mapa.

Mais informações: www.hellovenezia.com

Caso souber de outros cartões, atualizo esse post ;)

Catedral de Verona

Verona: parte IV

Depois de descer o Teatro Romano e passar pela Ponte Pietra, eu fui em direção ao Duomo (catedral) da cidade. O seu campanário é visível antes mesmo de atravessar a ponte, então fui mais seguindo-o do que acompanhando o mapa.

O Duomo também recebe o nome de Santa Maria Matricolare e nasceu das cinzas de duas igrejas paleocristianas, destruídas em 1117 por causa de um terremoto. O Duomo foi reconstruído em estilo romano e foi consagrado em 13 de setembro de 1187.

A parte de dentro dela eu achei muito bonita porque é bem conservada. Não sei se podia tirar fotos ou não, então, tirei meio que escondida para que não me chamassem a atenção. Eu cheguei tão cedo lá, que não tinha nem ninguém para cobrar a entrada (sim, tem que pagar) e acho que tinha acabado de abri-la, rsrs.

O teto

Na foto acima, é possível ver o teto da “nave” central (tipo uma capela), que achei muito bonito, e foi feita pelo arquiteto Michele Sanmicheli, bem famoso por ter feito várias fachadas, incluindo de dois portões de Verona (mais em breve).

Achei a igreja tão linda que me emocionei lá dentro, logo que entrei (inclusive, a foto do post “Comer, Rezar e Amar” é também dentro dessa igreja).

O campanário, que eu mencionei, tem sua parte mais baixa românica, a mediana foi construída em 500 por Sanmicheli e a parte superior foi continuada no século XX pelo arquiteto Fagiuoli, mas nunca foi terminada.

Il Campanile

Sinceramente, olhando-o assim, parece que ele está terminado, rsrs.

Eu acho que vale a visita!

Para quem quiser mais sobre Verona, clique aqui.

O Teatro Romano

Verona: parte III

O Teatro Romano de Verona fica na parte setentrional da cidade aos pés da colina de São Pedro.

O Teatro foi construído ao final do século I a.C. Ele foi construído entre a Ponte Pietra e a Ponte Postumio, e, antes da sua construção, foram construídos muros sobre o rio Ádige para defender o Teatro das suas cheias.

Hoje, são visíveis apenas os restos da ópera e é considerado o Teatro mais importante do norte da Itália.

Na foto acima, é possível ver uma “casa”. Ali, fica um museu com peças, estátuas, pedras (rs) do período romano, inclusive uma miniatura de como seria o Teatro Romano antigamente:

Durante o verão europeu, o Teatro Romano ainda é palco de peças teatrais. Acho que deve ser muito legal poder assistir uma lá:

O Teatro Romano ainda possui acesso à colina São Pedro, onde fica localizado o Castel di San Pietro, que oferece, acredito, a vista mais bonita da cidade. Porém, no dia que eu fui, o acesso estava fechado (o que não me impediu de subir no dia seguinte, rs).

Ainda assim, acho que a vista oferecida do Teatro Romano é muito bonita.

Vista do Teatro Romano

De lá, é possível ver o Teatro Romano de cima, além de observar a Ponte Pietra, a igreja Santa Anastásia (a mais bonita de Verona, na minha opinião), o Duomo de Verona e a Torre dei Lamberti (muito legal)!

Não sei quanto custa para entrar porque fiz o Verona Card (detalhes, em breve). Mas vale muito a pena a visita!

Il Ponte Pietra

Verona: parte II

Definitivamente, eu tenho uma ‘queda’ por pontes, rs.

Já compartilhei com vocês meu lugar preferido em Florença, a Ponte Vecchio. Em Verona, o meu lugar preferido se tornou a Ponte Pietra.

Bellina!

Porém, eu sou tão, mas tão lesada, que tirei somente fotos em cima da ponte (ou no máximo, vista do Teatro Romano) ou à noite… enfim, abafem esse caso. Quando eu voltar (e isso acontecerá!), vou tirar várias! rsrs

Acho que o que me chamou atenção mesmo é a história da ponte. Pode até parecer ‘normal’ para vocês, mas eu gostei.

Antigamente, ela era chamada de Pons marmoreus e é única ponte romana que permaneceu na cidade (ela é do século I!!). A construção da sua primeira estrutura é provavelmente de madeira, da época pré-Augusto. É a primeira ponte de pedra construída em Verona (daí seu nome) e a primeira grande obra pública feita de mármore na cidade.

Mas e aí, José, qual a história? rs

Repararam que ela tem duas cores?

Rosso e bianco!

As cores vermelho e branco formam essa ponte charmosa. A ponte também é formada por cinco arcos. O primeiro, na parte direita do rio Adige, foi reconstruída em 1298. Quatro deles foram destruídos em 1945, durante a guerra e reconstruídos com as pedras recuperadas no rio, trabalho este que terminou somente em 1959.

A parte branca é o mármore da época romana. A parte vermelha são os tijolos, fiéis aos originais, utilizados na sua reconstrução!

Não é fofo?

A ponte tem 95 metros de comprimento e aproximadamente 4 de largura. Ela é uma das principais via de acesso ao centro histórico da cidade e é possível ver várias pessoas posando para fotos em cima dela, já que ela oferece uma vista bacana da cidade (mas não a mais bonita, adianto).

Rio Adige

E deu uma ‘saudadona’ desse lugar e dessa cidade linda! Uma vontade de pegar o próximo voo para Itália (até porque, poderia ver até partida do playoff da Marmi Lanza, rsrs)!

Mas eu hei de voltar… ah se volto!

A cidade de Romeu e Julieta

Verona: parte I

A cidade de Romeu e Julieta foi a 4ª que eu visitei, mas aquela que eu considero minha 1ª viagem dentro da Itália, pois tive que viajar de mala e cuia (rs).

Veduta dal Castel di San Pietro

O que dizer dessa cidade linda!?

Sempre quando as pessoas me perguntam: “Qual a cidade que você mais gostou?”, eu sempre respondo: “Difícil porque cada uma dela tem seu charme, sua história, sua peculiaridade que a torna especial”.

Mas é fato que Verona é provavelmente a 2ª cidade, vamos dizer, mais próxima ao meu coração *brega* devido a tudo que aconteceu lá: os belos dias, uma grande amiga de uma amiga, ver uma partida no PalaOlimpia (tirar uma foto com o Lasko, rs), os monumentos incríveis etc…

Verona é uma comuna italiana, com capital de mesmo nome, na província de Veneto. Quase todos os anos, mais de três milhões de turistas visitam a cidade por causa da sua riqueza artística.

A cidade foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO.

Prontos para saber das minhas aventuras por essa cidade maravilhosa!? E não, eu ainda não encerrei os assuntos de Lucca, mas senti necessidade de falar sobre Verona porque mi manca moltissimo… rsrs.