Il Volo

Quando passou uma chamada do programa da Eliana com uma reportagem sobre a cidade de Roma, eu fiquei colada na tela porque não queria perder.

A surpresa, no entanto, veio com uma entrevista com um trio de adolescentes italianos que está fazendo muito sucesso atualmente: Il Volo.

Gente, eu me apaixonei!!

Os garotos têm uns 16/17 anos, são Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble e são três jovens tenores. Eles se juntaram depois de sua participação na segunda edição do Ti Lascio Una Canzone, em 2009.

A missão?

“Queremos levar a música lírica pop às pessoas de todo o mundo, incluindo jovens da nossa idade”.

Em novembro de 2010, eles lançaram o primeiro álbum, também entitulado Il Volo. Em maio desse ano, o álbum foi lançado no resto da Europa e também Estados Unidos. O álbum já vendeu mais de 100 mil cópias.

O álbum traz uma releitura de grandes clássicos, como ‘O Sole Mio e até mesmo Smile, de Chaplin, também famosa na voz de Michael Jackson. As vozes são de te deixar com o queixo caído!

Eu já baixei o álbum e estou completamente encantada! Fora que os meninos são umas graças!

Aparentemente, eles virão ao Brasil no começo de 2012. Eu já estou na torcida e se tudo der certo, eu estarei lá, pagando de tiete! rs #quemanéjustinbieber!

Altamente recomendado!

PS.: eu estou aqui, ouvindo o álbum e tendo “siricuticos” de emoção!!!

O Menino do Pijama Listrado

Meio batido? Talvez…

Cena do filme

Eu vi o filme antes de ler o livro. Devo ter visto o filme ano passado ou retrasado.

Chorei horrores…

Esse mês, vi que o livro estava em promoção na Saraiva e acabei comprando. Li em pouco mais de 24hs porque o livro tem apenas 180 páginas…

A única coisa que eu não gostei foi o fim do livro, que, na minha opinião, foi feito meio que, “hum, preciso finalizar a história… ah, então tá”.

Mas a narrativa do livro é envolvente, como se fosse contada por uma criança ou através dos olhos de uma criança.

O mais lindo disso tudo é a inocência das mesmas. Se pelo menos um pouco disso ficasse em nós conforme ficamos mais velhos…

Mais do recomendado, tanto livro quanto filme!

Anjos e Demônios: o livro

Depois de mais de dois anos de ter visto o filme, eu finalmente criei vergonha na cara e peguei o livro para ler, rsrs.

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Na verdade, dei uma p*ta sorte porque comprei tanto Anjos e Demônios quanto O Símbolo Perdido, cada um estava na promoção por R$18,90. Qual não foi a minha surpresa quando fui pagá-los e tinha um desconto de R$30. Pagar R$7,80 pelos dois livros foi simplesmente demais! rsrs

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O que dizer dessa obra-prima de Dan Brown?

OK, assumo. Provavelmente, muitos historiados e especialistas devem torcer o nariz para qualquer produção do mesmo, mas para pessoas leigas como eu, o livro é simplesmente fantástico!

Eu mesma li em menos de três dias (e não conseguia ir para a cama sem pensar, ‘só mais uma página‘, rsrs).

Mas acho que o que mais me atraiu no livro foi o fato da história se passar na Cidade Eterna: Roma.

La città eterna

La città eterna

Robert Langdon se aventura por vários locais de Roma. Alguns dele, eu tive a oporturnidade de ver com estes olhos que a terra a de comer (rs): Vaticano, Pantheon, Piazza Navona e Castel di Sant’Angelo.

Infelizmente, outros pontos como as igrejas Santa Maria del Popolo e Santa Maria della Vittoria, e a própria Piazza Barberini (que eu apenas desci nela para chegar a Fontana di Trevi) não fizeram parte do meu roteiro.

E me arrependo. Gostaria de ter lido o livro antes para poder prestar atenção ao máximo nos detalhes mencionados por Dan Brown.

Na verdade, cheguei a descer na estação Piazza del Popolo, mas achei o local tão feio e sujo (havia apenas alguns comerciantes vendendo de tudo: roupas, tecidos, óculos etc) que dei meia volta e peguei o metrô de novo. Que erro.

O pote estava no fim do arco-íris (rsrs). Na verdade, atrás do portão principal:

Piazza del Popolo

Não é linda?

Santa Maria della Vittoria também parece ser muito bonita por dentro e por fora. Mas ela é conhecida mesmo por conter a obra de Bernini, O Êxtase de Santa Teresa.

"Sua grande lança dourada, cheia de fogo..."

E, sim, acredito que a obra tenha conotação sexual, rsrs.

Para mim, além da história envolvente, o que me chamou a atenção também foi o lado religioso do livro (como falar de Vaticano sem mencionar Deus, não é mesmo?). Eu identifiquei meus pensamentos em várias partes do livro, como o fato de o mundo estar como está hoje pelas pessoas não acreditarem que devem prestar contas a alguém.

Não quero entrar em discussão religiosa. Mas sou da seguinte opinião: não importa no que as pessoas acreditam, mas eu acho que todos nós temos que acreditar em alguma coisa, em uma força superior, em alguém a quem deveremos prestar contas ao fim da vida.

Eu super recomendo a leitura para quem gosta de uma trama envolvente e mistérios (mal posso esperar para começar a ler O Símbolo Perdido).

A minha vontade mesmo é de voltar a Roma para fazer o mesmo caminho do personagem, rsrs. Sério. Obviamente não me prenderia só a isso na Cidade Eterna, mas eu sinto que não aproveitei nada do que Roma podia me oferecer.

Por fim, deixo a frase que me marcou no livro (talvez pelo momento que esteja passando):

“Deus, dê-me forças para aceitar as coisas que eu não posso mudar”.
Oração de São Francisco*

* O livro credita a Oração de São Francisco, porém não achei referência nenhuma na internet.

Cisne Negro

Super batido, eu sei.

Magnífico

Assisti na semana passada, mas preciso dizer que me arrepiei do começo ao fim do filme.

Simplesmente fantástico. Brilhante. Magnífico. Grandioso.

Obviamente, o filme deve ter lá seus vários defeitos para quem dança balé (ou entende, pelo menos, um pouco), mas para nós, leigos, é um deleite para os olhos. Um prato cheio.

A atuação de Natalie Portman é de fazer chorar. Incrivelmente fascinante. Percebe-se que foi um trabalho para o qual ela entregou-se de corpo e alma.

A trilha sonora também é explêndida!

O momento que ela interpreta o ‘cisne negro’ é simplesmente de encher os olhos de emoção e deixar seus pelos arrepiados!

Você provavelmente sairá do cinema extasiado. Eu mais do que recomendo!

Fotolivro

Depois de voltar da minha viagem, eu tinha a árdua tarefa de selecionar “algumas” dentre as minhas quase 2800 fotos.

Praticamente, missão impossível, né?! rs

Durante a minha procura por um lugar cuja revelação era mais barata (afinal, fui reduzindo, reduzindo até sobrarem “apenas” 540 fotos para revelar), eu esbarrei no tal do fotolivro, que nunca tinha ouvido falar.

Bom, primeiro de tudo, tem que baixar o programa D-Book (ou pagar um diagramador para fazer o serviço para você) e depois, você organiza suas fotos da forma que você quiser. Basta apenas escolher o modelo e o tamanho.

O programa é MEGA simples de mexer e super prático. Além disso, é possível baixar layouts, fontes e enfeites diferentes para deixar o seu fotolivro mais personalizado ainda.

No site da Digipix, você encontra todas as lojas e sites conveniados para levar o álbum para revelação (o que varia é o preço porque todos vão para o mesmo lugar: a central da Digipix).

Meu fotolivro pronto

Eu escolhi o modelo Classic grande (A4).

Eu estava SUUUPER preocupada porque não conhecia uma alma viva sequer na face desta Terra que tivesse feito esse tipo de serviço. Eu me preocupava com a qualidade da impressão e até mesmo da folha.

O acabamento é muito bom e a qualidade das fotos se aproxima bastante com a que você vê na prévia do álbum (logo que você termina de montar, o programa monta um arquivo em pdf para visualização). A diferença foi que na tela do computador, as fotos pareciam mais brilhosas e claras, mas aí, é o efeito do monitor mesmo e não que a impressora seja ruim.

O meu deu grossinho assim porque, né, eu usei todas as 150 páginas que eu podia ter, rsrs. O que acontece: no modelo Classic, você paga um tanto por 20 páginas (preço varia conforme site/loja) e depois mais um tanto por cada página extra, isso é o que vai determinar se você quer gastar pouco ou muito.

No meu caso, eu tentei fazer menos páginas, mas a quantidade de foto e a forma como eu montei meu álbum, não me permitiu, rsrs.

Eu paguei uma pequena fortuna no meu álbum (nada que 10x sem juros no cartão não resolvam, hahahaha – brincadeira, foram 3x), mas minha amiga fotógrafa disse: “Isaum, foi uma p*ta de uma viagem que você curtiu, então vale a pena!”

Fui no conselho dela e estou mais do que satisfeita!

E tem mais: se você tem poucas fotos, 20 páginas são mais que suficientes para ter uma linda recordação da sua viagem (ou festa ou qualquer outra coisa) por um preço bem ace$$ível!

Eu recomendo!

Os álbuns de 2010

Infelizmente, não conseguirei fazer um Top 5 de álbuns, como no ano passado porque eu só ouvi quatro álbuns que foram lançados esse ano, rsrs – uma vergonha, eu sei. Não cheguei a sequer ouvir o álbum novo da Katy Perry.

Eu tinha altas expectativas em relação ao ano passado. Achava que Sophie Ellis-Bextor e The Feeling lançariam seus álbuns no ano passado, mas nada… acredito que 2011 será um ano mais rico musicalmente falando, pois teremos Sophie, The Feeling, Adele, Charlotte Martin, entre outros…

No entanto, os álbuns que eu ouvi esse ano me agradaram bastante e vou deixá-los como recomendações, sem ordem de preferência.

Scissor Sisters – Night Work

O álbum absoluto para quem quer dançar! A banda simplesmente ahazou na composição da tracklist e é um álbum que não consegue te deixar parado, por um minuto sequer. Simplesmente amei todas as faixas (que obviamente abusam do duplo sentido e do lado sexual, rsrs, mas não tira a beleza da coisa toda)! Minhas favoritas são: Night Work, que dá nome ao álbum e é um must para as pistas de dança;  Any Which Way, simplesmente maravilhosa; Skin Tight, ótima para dançar! O álbum tem todo em si é todo maravilhoso. Vale a pena!

L’Aura Abela – Sei Come Me

Adoro essa italiana, mas infelizmente este não é um álbum, mas sim, um EP. Aparentemente, a gravadora achou melhor lançar metade em 2010 e a outra metade em 2011. Eu gosto da L’Aura (assim mesmo, com o apóstrofe) porque ela consegue misturar suavidade com obscuridade de forma muito fácil. São apenas seis faixas, e uma delas Eclissi Del Cuore é uma regravação de Totally Eclipse of The Heart de Bonnie Tyler. L’Aura atinge seu melhor em Mi Fa Impazzire. Uma música extremamente romântica e linda. Aliás, recomendo todos os outros álbuns dela. São ótimos. Aguardemos a segunda parte do EP este ano. Com ansiedade, porque se for como a 1ª parte, será excelente!

Duffy – Endlessly

Quando eu o ouvi pela 1ª vez, nem consegui terminar. O 1º single Well, Well, Well também não tinha conquistado meu coração (até então). Depois, quando tentei uma 2ª vez, achei que o álbum cresceu na segunda metade, mas derrapou feio com as últimas faixas Girl e Hard For The Heart. Na 3ª vez que eu o ouvi, entendi o álbum. Ainda acredito que Duffy tenha errado feio em trabalhar com apenas um produtor o álbum todo (isso fez com que o álbum perdesse o brilho que teve o primeiro, Rockferry, e o EP Deluxe). Porém, acredito que Endlessly seja um álbum acima da média e com conteúdo. Apesar dá má impressão nas duas primeiras ‘ouvidas’, recomendo o álbum!

Marco Carta – Il Cuore Muove

Mais um italiano para minha vida. Descobri Marco Carta enquanto procurava informações sobre o novo álbum de James Morrison e li que o inglês tinha escrito o single deste italiano chamado Quello Che Dai (provavelmente, escreveu a melodia, né?). Baixei todos os três CDs do rapaz e me surpreendi. O terceiro álbum é uma delícia e o single Quello Che Dai fica na sua cabeça que nem chiclete, as outras faixas também são muito boas, merecendo destaque Come Pioggia e Un Libro Senza Pagine, que são lindas. Se você curte um bom pop e uma música italiana verdadeira (jogue a trilha de ‘Passione’ no lixo), Marco Carta pode ser uma boa pedida!

Se você estava sem opções musicais, agora não tem desculpa! rsrs

Rosso Come Il Cielo

Vermelho Como o Céu é um filme italiano de 2006.

Ele se passa nos anos 70 e retrata a história de um garoto de 10 anos que ficou cego por acidente. Como as escolas públicas não aceitavam deficientes visuais, ele passou a estudar em um instituto em Gênova.

A história é baseada na história de Mirco Mencacci, um famoso editor de som do cinema italiano.

Achei o filme lindo e comovente. Recomendadíssimo.

Matt Costa

Amey!

Pleased to meet you!

Eu conheci o cantor e compositor Matt Costa por um amigo, que conhece apenas uma música dele, Cold December. Como eu sou faminta por música, rsrsrs, decidi conhecer toda a discografia do rapaz (dois studio albums: Songs We Sing e Unfamiliar Faces + alguns EPs).

Não me arrependo.

Pense em James Blunt, só que melhor e sem ser brega, obviamente! rsrsrs *cal-ma, fãs de Blunt, eu também ouço James Blunt, my guilty pleasure*

Matt Costa (Matthew Albert Costa) nasceu em 16 de junho de 1982. O sobrenome vem das origens portuguesas do pai, que trabalhava em companhias aéreas.

Por ora, fica a dica para quem quer ouvir algo diferente, bom, suave, delicado, pop puro, delicioso!

Apaixonei!

Graças a uma recomendação de uma amiga minha, conheci esse homem maravilhoso Eric Hutchinson. Ele ficou mais conhecido porque até mesmo Perez Hilton curtiu o rapaz e recomendou no seu site.

Ele é de fato maravilhoso e apaixonante! E, claro, uma pessoa que nasce no dia 8 de setembro só pode ser assim, rsrsrsrs.

Graça!

Super recomendo tanto o EP Before I Sold Out (que saiu em 2005 e é ao vivo) e o cd de fato Sounds Like This lançado em 2007 (que possui só 10 faixas!), mas é uma delícia do começo ao fim.

Fora que ele é uma graça, rsrsrsrs! E eu espero que em breve tenhamos um novo álbum dele nas prateleiras! Deixo o clipe da música Rock & Roll, que é altamente contagiante:

.23

Alex Britti ainda mora no meu coração!

Eu ouvi, e muito, o novo álbum do Alex Britti. Eu retiro o que eu disse sobre decepção porque ele simplesmente é um bom álbum, talvez um pouco diferente dos outros álbuns, com uma parte do álbum menos comercial (e não que isso seja ruim), na minha humilde opinião, é claro.

Quando ouvi pela primeira vez, simplesmente não achei singles no álbum, além do primeiro Piove. As outras músicas eram boas, mas não singles em potencial. Até eu ouvir mais vezes… simbora!

O disco abre com o primeiro single e a música que eu considero a mais doce do álbum, Piove. Não tenho muito o que falar dessa música além de que ela é linda. Letra maravilhosa, pegajosa, pop puro e Alex Britti em um dos seus melhores momentos! AMO.

Em seguida, deparo-me com Buona Fortuna. Da primeira vez que eu ouvi, não gostei, tive vontade até de pular de faixa. Seria muita hipocrisia dizer que ela é a minha favorita agora? SIM, a favorita! Ela é altamente pegajosa, dançante e esse, sim, é o Alex Britti em seu melhor! Vejo fortíssimamente um single aqui. Se Alex Britti não a lançar, “se isola, Alex“! AMO quando ele canta: “dimmi almeno buona fortuna e che non ci sarà rancore, amore”. Tradução dela a caminho também… e no final ainda rola um solo muitcho doidjo! rsrsrsrs

A terceira faixa L’attimo Per Sempre é linda também. Ela começa meio ‘obscura’, sei lá, mas ao atingir o refrão é ótima, a melodia também cresce neste momento da música! É uma música romântica (não!? Alex fazendo música romântica? rsrsrsrs) e linda. Já imaginou um italianão te dizendo “perchè tu sei quell’attimo per sempre” (porque você é aquele momento para sempre)? Seria TU-DO!

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