Top 5 2011: álbuns

1. Adele – 21

Adele foi simplesmente imbatível em 2011. A pessoa que passou esse ano sem ouvir Rolling In The Deep deveria se isolar do mundo ou se afogar em uma poça… de lama! Não tem como não se apaixonar por esse álbum completamente porque ele é perfeito do começo ao fim. Sim, Adele conseguiu fazer o álbum perfeito! Além de fazer um salto de qualidade notável entre este álbum e o seu de estreia, o 19. Vale a pena ouvir… e ouvir… e ouvir… e ouvir incessantemente!

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Make A Scene

Foram quatro anos de espera. E depois de ouvir o álbum algumas vezes, posso dizer que valeu muito a espera.

A Sophie simplesmente arrasa nesse álbum. O melhor estilo dance fino, com classe. Como somente ela sabe fazer. Esqueça Gaga, Britney or whoever. Acho a Sophie uma das cantoras mais underrated do mundo.

Vou fazer uns comentários faixa a faixa.

1. Revolution: acho essa música simplesmente FANTÁSTICA! Para mim, deveria ser single. Forte e muito dance! Excelente escolha para abrir o álbum.

2. Bittersweet: para mim, uma das melhores que a Sophie já fez. Totalmente “queridinha”. É exatamente como ela própria descreveu: a guilty pleasure (um prazer culposo). É uma pena que o single não obteve o sucesso merecido porque é muito superior a vária coisas que temos no mercado musical atualmente.

3. Off & On: música originalmente gravada por Roisin Murphy e vazou logo em 2008. Sophie não teve nenhuma participação no processo de composição. O novo remix do álbum é ótimo e essa música cresceu muito em mim conforme os anos passaram. Consegue não te deixar parado, rs

4. Heartbreak (Make Me A Dancer): apesar de todo o sucesso (mesma versão do single lançado em 2009) – teria entrado no Top 10 se não fosse a morte de Michael Jackson -, essa música nunca foi uma das minhas preferidas. Ainda assim, uma ótima música.

5. Not Giving Up On Love: ADORO! Acho que a Sophie fez um excelente trabalho em conjunto com Armin van Buuren. Uma das minhas faixas favoritas do álbum.

6. Can’t Fight This Feeling: eu gosto dessa música, mas já faz um tempo que ela toca e já não é mais novidade para mim.  Uma boa música que fez grande sucesso na França e na Polônia. Preferia que a Sophie tivesse optado por colocar outra música no seu lugar.

7. Starlight: AMO! Essa música cresce em mim cada vez que eu a ouço. Não consigo explicar, mas acho que a Sophie atingiu outro nível com ela. Simplesmente fantástica. Melancólica e simplesmente linda.

8. Under Your Touch: essa música é uma delícia! Simples, mas muito gostosa de ouvir. Não tem nada especificamente especial nela, mas eu gosto mesmo assim! Gosto de coisas simples e funcionais, rsrs.

9. Make A Scene: na 1ª vez que a ouvi, não gostei muito. Ela é bem dance, na minha opinião. A música é meio falada, ao invés de cantada. Mas eu adoro o refrão! So c’mon let’s make a scene…

10. Magic: a 2ª música em colaboração com Richard X (Starlight) é também uma pequena obra de arte. Acho que a Sophie poderia continuar essa parceria com ele para o próximo álbum, pois gostei bastante de ambos os resultados.

11. Dial My Number: essa é uma das minhas favoritas, mas devo admitir que a versão ao vivo dela é MUITO mais legal! Adoro a letra, achei bem sacada e, por que não, inteligente.

12. Homewrecker: provavelmente, uma das minhas menos favoritas. Por mim, o álbum poderia até ter ficado sem ela. Letra bobinha. Quando parece que a música vai finalmente atingir o ápice, o refrão acaba… gosto, porém, quando ela canta, “ho… ho… homewrecker“. Mas talvez mude minha opinião sobre ela.

13. Synchronised: sem pensar duas vezes, a minha favorita. AMO, AMO, AMO! Acho a letra muito linda e o vocal da Sophie está simplesmente fantástico nessa faixa. Uma pena não ter sido composta por ela.

14. Cut Straight To The Heart: a faixa que originalmente seria o nome do álbum fecha o mesmo de forma perfeita. É uma música mais lenta e, ainda assim, linda. Thumbs up.

Make A Scene é, sem dúvidas, um álbum bem mais dance que o anterior, Trip The Light Fantastic, muito provavelmente graças aos produtos nele envolvidos (somente nomes de peso, como Calvin Harris, Richard X e Freemasons). E a cada vez que eu o ouço, o álbum cresce em mim, eu gosto ainda mais dele!

Excelente álbum de forma geral e a resposta dos fãs foi completamente positiva (todos os 4 anos de espera foram esquecidos). Eu só realmente espero que essa resposta seja vista nas charts daqui a dois meses, quando o álbum for lançado no Reino Unido (e muito provavelmente Europa).

Relato de uma fã frustrada, rs

Estou frustrada, rsrs.

De repente, do dia para a noite (assim mesmo, vapt-vupt), o mundo dos fãs da Sophie virou de cabeça para baixo. Ela abriu sua própria gravadora (já que a outra, Fascination, era a verdadeira culpada por toda essa demora, pois nunca queria lançar o álbum) e anunciou que Make A Scene, seu tão aguardado 4º álbum seria lançado em apenas duas semanas na Rússia.

Essas duas semanas já se passaram. O álbum era para ter sido lançado ontem, dia 18 de abril.

Agora, deve ser provavelmente noite na Rússia e ninguém, eu disse, ninguém, sequer viu o álbum nas prateleiras das maiores lojas musicais russas.

Eu diria: difícil.

Aliás, diria que alguém aplicou o maior 1º de abril de todos os tempos fora de época (rsrs). Mas sei lá, prefiro pensar que as caixas contendo os cds foram todas contrabandeadas por fãs russos tão frustrados quanto eu neste exato momento em que vos blogo (mais risos).

Já ouvi a prévia do álbum (que será lançado somente dia 6 de junho no Reino Unido. O por quê ainda permanece um mistério) e realmente é um bom álbum (tudo bem que das 14 faixas que o compõem, somente 5 são realmente inéditas. Ponto de frustração, parte 2!).

Mas só queria dizer que está ph*da. Quatro anos e quando parece que a carruagem vai começar a andar… a gente morre na ansiedade.

Eu insisto: ser fã da Sophie continua sendo mais difícil que manter um relacionamento intacto.

PS.: rolam boatos de que o álbum chegará as lojas na quinta-feira. Só me restar torcer para que este fato se confirme. Hunf!

A make

Comentei a alguns dias atrás a roupa usada pela Sophie no BRITs Awards, mas não tinha conseguido reparar na maquiagem. Vi algumas fotos HQs e achei algo muito simples, mas LINDO!

Confere:

*clica que aumenta, tsá!?*

Na primeira foto, não dá para ver muito, mas o côncavo está marcado com uma sombra marrom, que ultrapassa o olho (reparem na segunda foto). Na pálpebra móvel, parece ser uma sombra rosinha e o delineado clássico “estilo Sophie de ser” (rsrs).

Eu amei! Vou tentar reproduzir!

Vermelho como o amor

Amei ao cubo o vestido fofinho que a Sophie usou para ir ao Brit Awards na noite ontem, Valentine’s Day em todo o mundo, com exceção do Brasil (e eu me pergunto porque…).

Também gostei bastante do penteado. A maquiagem, eu não consegui reparar muito porque as fotos não estão em HQ, mas aparentemente, é algo bem simples.

Quero um vestido desse para mim djá!

Momento família

Sophie curtiu um momentão família enquanto The Feeling tocava no Cornbury Festival.

Pela 1ª vez, foi possível ver Kit Valentine de pertinho (já que ele nunca tinha feito uma aparição pública, rsrs) e também o sempre espivetado Sonny.

Sophie e Kit

Sonny, todo serelepe!

Olha a cara de mãe-coruja da Sophie, vendo Sonny se divertir.

E eu preciso dizer: já achava o Sonny muito parecido com o Richard, mas Kit Valentine é A CARA do pai! Eu só rezo para quando a Sophie tiver uma menina, ela seja parecida com a Sophie, rsrsrs #maldade.

Eu super curto ver esses momentos Kodak, mas a Sophie podia se dedicar um pouquinho mais ao 4º álbum também, né??

*OK, esse é apenas um desabafo de uma fã frustrada, rsrs – ignorem*

Agora sim!

Essa é a Sophie que eu conheço e admiro:

Adorei esse vestido azul turquesa e por cima esse troço preto (eu sou péssima com nome de peças e sapatos, rsrs). Achei que ficou muito charmosinho, romantiquinho.

Também adorei a maquiagem e cabelo. Ela ainda está usando uma tiara, que não dá para ver muito bem nas fotos + rabo de cavalo.

Menos é mais, Sophie. Menos é mais!

MUSA!

Eu babei:

Já faz um tempinho que o clipe de Bittersweet circula na web, mas só agora realmente sentei para postá-lo aqui. Eu adorei o vídeo! Definitivamente, um dos meus favoritos da Sophie! O conceito é super simples, mas eu achei muito “funcional”, rsrs.

Adorei as latas de tinta!!!

Super deu vontade de mijogar em um trampolim e pedir para alguém jogar uma lata de tinta pink na minha cara, hahahaha *brinks*

Top 5 2009: álbuns

O ano de 2009 chegou ao fim, então eu resolvi postar meu Top 5 de álbuns lançados no ano de 2009. Até o fim do ano, eu não perdi as esperanças de que a Sophie Ellis-Bextor lançaria seu 4º álbum, mas não rolou. Bem, espero que fique para o Top 5 2010, então, rsrsrsrs.

1. Mika – The Boy Who Knew Too Much

Em 2009, ninguém bateu o Mika, na minha opinião. É um dos melhores álbuns pop que eu ouvi nos últimos tempos. Eu adoro o álbum do começo ao fim. É viciante. É bom, muito bom! Acredito que, atualmente, ninguém faça pop como ele. Ele é único! We’re Golden, Blame It On The Girls, Good Gone Girl são altamente contagiantes e viciantes. Mika também mostra seu lado mais ‘sério’ em Rain e eu sinto a influência de Queen em Lover Boy. Também amo Toy Boy! Recomendadíssimo e mais do que thumbs-up!

2. Chantal Kreviazuk – Plain Jane

Eu sei que o pop da Chantal Kreviazuk é doce demais e que provavelmente vou enjoar deste álbum logo, mas por ora, amo-o! É um álbum incrivelmente doce com faixas pegajosas, como Invicible (que eu adoro cantar em voz alta) e Say The Word (que gruda na sua cabeça como chiclete), entre outras. Até mesmo a faixa em africano Na Miso é gostosa (embora eu não entenda o que ela fala)! As músicas são meiguinhas e românticas, bem girly! Adoro!!

3. Noisettes – Wild Young Hearts

Conheci essa banda britânica faz pouquíssimo tempo. Este é o segundo álbum da banda e é bom, muito bom, um som meio indie. A voz da cantora é ótima (me lembra um pouco Amy Winehouse) e o álbum possui faixas bem dançantes como Don’t Upset The Rhythm, Wild Young Hearts e Never Forget You (que eu amo). O álbum como um todo é bem gostoso de ouvir e eu super recomendo! Foi uma daquelas ótimas surpresas. E para ser bem sincera, esse álbum dá de mil a zero no primeiro, na minha opinião.

4. Alex Britti – .23

Claro que no meu Top 5 não podia faltar ELE, o verdadeiro ‘o cara’ (que mané Lula, rsrsrs). Alex Britti fez um álbum um pouco abaixo da minha expectativa, mas ainda assim um álbum muito acima do que vemos por aí. Que ele é um exímio guitarrista, acho que isso já ficou claro, né? Eu amo as letras, amo as melodias e quero ir para Roma somente para cantar em alto e bom som “venite tutti a Roma, nel 2046!!!“, rsrsrsrs. Ah, sim, Britti è single. Allora, sposami, Alex?! Hahahahaha.

5. Ben’s Brothers – Battling Giants

Por fim, o álbum dessa banda que eu devo ter conhecido em 2008, quando eu os vi no Altas Horas. Aparentemente, a música Let Me Out (do primeiro álbum) era parte da trilha sonora de alguma novela da Globo. Eu amey o 1º álbum e amo igualmente o 2º. Ele possui faixas excelentes como Apologies (que é single), If I Let The Ladder Down, What If I?, e Letters. É outro álbum que eu curti do começo ao fim, sem interrupções. A voz rouca do cantor também é um dos pontos altos da banda!

… … … … …

Menção honrosa:
James Morrison – Songs For You, Truths For Me (Deluxe Edition)

Sim, eu sei, esse álbum foi lançado em 2008. Porém, em 2009, ele foi relançado como cd duplo. No cd1, o álbum como conhecíamos + duas músicas inéditas. No cd2, uma sessão acústica – James Morrison só no violão, com aquela voz rouca e as músicas românticas só poderia resultar em algum muito BOM!